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A história da amora

Nome da fruta – Amora

Nome científico – Morus nigra L.

Família botânica – Moraceae

Categoria

Origem – Ásia

Características da amoreira – Árvore geralmente de 4 a 5 metros de altura, casca ligeiramente rugosa, escura e copa ampla. Folhas de coloração verde-clara, com uma leve pilosidade que as torna ásperas. Flores pequenas e coloração alvo-amarelada.

Fruto – Tipo composto, formado de pequenas drupas, reunidas em infrutescências, verde quando jovens e vermelhas a pretas quando maduras. Polpa comestível de coloração vermelho-escura e sabor adocicado.

Frutificação da amoreira – Primavera e verão

Propagação da amoreira – Estaca

amora

As amoras pertencem à família das Moráceas, que, agrupando espécies bastante variadas, produz frutos de usos, aparência e sabor tao diferentes entre si como os figos, a fruta-pão e a jaca, além das próprias amoras.

As amoreiras, juntamente com a s pitangueiras, as goiabeiras e as aroeiras, são as fruteiras mais utilizadas para ornamentação urbana na região Sudeste do Brasil. Especificamente em São Paulo, encontra-se uma grande quantidade de árvores desse tipo por toda a cidade, em parques e nos canteiros das grandes avenidas das regiões centrais.

Podendo ser de três espécies – a vermelha (Morus rubra), a branca (Morus alba) ou a negra (Morus nigra) -, a coloração dos frutos da amoreira varia de acordo com a espécie à qual pertencem e conforme o seu grau de maturação. Se a amoreira branca é a preferida na criação do bicho-da-seda, que se alimenta de suas folhas, a amoreira-negra costuma ser a preferida para o consumo alimentar humano, pelo sabor mais pronunciado dos seus frutos, que são, também, mais volumosos.

Originárias da Ásia, as amoras forma introduzidas na Europa por volta do século 17. No Brasil, a amoreira – em especial a negra – cresce bem em toda parte, podendo ser encontrada de forma quase espontânea em praticamente todas as regiões do país.

Todas as amoras são ricas em vitamina C e caracterizam-se pela forma típica, gerada a partir do agrupamento de vários e minúsculos frutos que se unem formando uma polpa rica em água e açúcar. E qualquer uma delas, encontradas no pé e bem maduras, faz a delícia das crianças, dos adultos e, é claro, da avifauna. As amoras são geralmente consumidas ao natural, sendo igualmente deliciosas quando utilizadas no preparo de tortas, sorvetes, compotas, geleias, doces em pasta ou transformadas em vinhos, licores e xaropes.

Fonte : Livros Frutas Brasil Frutas