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Fruta – Bacuripari

Nome da fruta: Bacuripari

Nome científico: Rheedia gardneriana

Família botânica: Clusiaceae (Guttiferae)

Categoria:

Origem: Brasil – região amazônica e floresta pluvial atlântica

Características da planta: Árvore geralmente com 6 metros de altura, tronco reto com casca amarelo-esverdeada, estriada e copa piramidal. Folhas rígidas, verdes e brilhantes. Flores pequenas, esverdeadas, reunidas em inflorescências.

Fruto: Tipo baga de forma elíptica, amarelo-alaranjado quando maduro. Polpa comestível, mucilaginosa, alva, de sabor adocicado.

Frutificação: Dezembro a abril

Propagação: Semente

Disperso por entre as margens dos grandes rios da Amazônia, como o Negro, o Solimões e o Amazonas, e os quintais e pomares urbanos, o bacuripari encontra-se completamente difundido pela região. De dezembro a maio, época em que a árvore de porte médio frutifica, a fruta pode ser obtida com facilidade pelas feiras regionais, onde o bacuripari é consumido em abundância.

O aroma e o sabor característicos dessa pequena e lisa fruta, que passa de verde a amarelo quando amadurece, suscitam opiniões contraditórias entre os que o provam, que não são poucos em sua região de ocorrência. Há os que se encantam com a polpa branca e ácida; há os que se sentem repelidos pelo cheiro e gosto fortes. A discussão perde fôlego quanto aos derivados, que tendem a ser unânimidade: são poucos os que desgostam dos doces, tortas e refrescos feitos à base de bacuripari.

Parente do bacuri e do bacupari, da família das Gutíferas, o bacuripari tem cerca de 8 cm de diâmetro e é provável que seja originário das regiões de florestas úmidas, onde se desenvolvem em profusão. Prefere ocupar as matas ciliares, na beira dos rios, e as zonas de solo mais úmido. Entretanto, pode ser encontrado por todo o norte da América do Sul, onde haja floresta.

Excetuando-se o consumo das frutas de quintal, pomares domésticos e esparsa coleta na mata, faz-se pouco o uso comercial do bacuripari. Uma realidade tanto aqui quanto em outros países da América amazônica.

A polpa é consumida in natura. É rica em açucares reduzidos, sólidos totais, Pectina e pH.

Fonte: Livro Frutas Brasil Frutas, Fonte: Toda Fruta


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