Fruta – Kiwi

Nome da fruta: Kiwi
Nome científico: Actinidia deliciosa
Família: Actinidiaceae
Categoria: Semiácida

O kiwi é muito rico em vitamina C (duas vezes mais que a laranja). Essa vitamina é fundamental para que o nosso organismo possa produzir colágeno. A fruta é uma fonte considerável de betacaroteno. Rico em potássio, magnésio e ácido fólico (muito importante na dieta das grávidas). Contém uma enzima – a actinidina – que ajuda a digestão. O kiwi possui quantidades menores de outros nutrientes como vitaminas B2, B5, B6, e A, que reproduz as células, agindo no combate às rugas. Minerais: cálcio, zinco, ferro, fósforo e ácido pantotênico. Aminoácidos: glutamato e arginina.

Possui capacidade antioxidante, efeitos anticancerígenos e anti-inflamatórios  e leves efeitos laxativos. Contribui também para equilibrar a tensão arterial, aumenta as defesas do organismo na prevenção das gripes e constipações e faz bem a todo o sistema cardiovascular.

É uma das poucas frutas de coloração verde quando madura, sendo a clorofila responsável por essa cor. A clorofilina, derivada da clorofila, é um potente inibidor da aflotoxina B1, uma substância cancerígena.
O kiwi pode ser ingerido ao natural e em qualquer hora do dia.

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Fruta – Jaca

Nome da fruta: Jaca

Nome científico: Artocarpus integrifolia L.

Família botânica: Moraceae

Categoria: Doce

Origem: Índia

Características da planta: Árvore geralmente com 20 metros de altura, copa densa com folhagem verde-escura e brilhante. Flores de sexo separado, a feminina imersa num receptáculo alongado, que originará a  infrutescência.

Fruto: Tipo composto, originado pelo espessamento da infrutescência, que se torna carnosa na maturação, casca espessa, mole, áspera, de coloração verde-amarelada quando maduro. Polpa branco-amarelada, constituída de bagos visguentos que envolvem as sementes.

Frutificação: Quase o ano todo.

Propagação: Semente

A jaca é originária do arquipélago malaio. Encontramos dois tipos de jaca: a dura, que produz frutos maiores, e a mole, em geral mais doce, o fruto é menor e a variedade manteiga é mais adocicada. É uma fruta muito energética, estimulante e considerada por alguns autores como afrodisíaca. Possui minerais como ferro, cálcio, fósforo, iodo e cobre. As vitaminas do complexo A, B e C estão presentes na polpa. É um importante alimento principalmente para as mulheres durante a gestação e a lactação. Consumida sempre ao natural ou em forma de suco, combate a TPM (tensão pré-menstrual). Seu caroço também é rico em nutrientes e pode ser comido assado ou cozido (no vapor).

A jaca tem a reputação de ser considerada uma fruta “indigesta ou pesada”. Evite ingeri-la à noite. Não misturar com outros alimentos, frutas ou bebidas. As orientações são: mastigar bem, não adicionar açúcar e nem pensar em sal. Sempre ingeri-la uma hora antes das refeições ou duas horas após, e você verá que maravilha é essa fruta, pois não causa problemas e oferece vários benefícios. Por ser rica em carboidratos, os diabéticos devem evitá-la. 100 gramas de polpa têm 51 calorias (em consequência do baixo valor calórico, é boa opção para quem deseja emagrecer), 3 gramas de proteínas, 20 mg de fósforo, 30 mg de cálcio, 45 mg de ferro, além de traços de cobre. Contêm ainda 10 mg de açúcar natural (glicosídeos) e 20 mg de vitamina C.

Pouco costumamos bendizer o fato de o físico Isaac Newton, por ocasião da formulação da Lei da Gravidade Universal, ter se sentado embaixo de uma macieira. Tivesse o físico parado para pensar ao pé de uma jaqueira e se recostado contra seu tronco, um fruto de mais de 15 kg poderia ter despencado de uma altura de 20 metros e a história seria outra: colidindo o fruto de casca espessa contra a cabeça do cientista, este poderia ter se ferido mortalmente ou ter sido privado de seus dotes intelectuais.

Mas, naquela época, a jaqueira não era encontrada na Europa. E ainda hoje não é, sendo somente a fruta importada para consumo.

Originária das montanhas da Índia e difundida em outras partes do Sudeste Asiático, a jaqueira foi introduzida no Brasil pelos colonizadores portugueses em meados do século 17, e foi plantada quase simultaneamente em todas as regiões do país.

Aclimatou-se e adaptou-se com extrema facilidade, assim como em muitos outros países de clima tropical. Atualmente, além de ser bastante aproveitada no Brasil, seus frutos são muito apreciados no México, Índia, Sri Lanka, Cuba e em parte da África.

Aqui, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste, as populações locais consomem a jaca de preferência ao natural, enganchando com o dedo os bagos de sua polpa e levando-os à boca. Em certas regiões de Pernambuco, diz-se que o sertanejo já nasce com o dedo indicador curvado, preparado para essa função.

Como as jacas são, em geral, muito grandes para o consumo individual, nas feiras ou nas ruas nordestinas é comum juntar-se em grupo para dividir a tarefa de comer uma jaca inteira. Também por ali é costume rolar a fruta pelo chão de uma mão a outra, constituindo uma divertida brincadeira de crianças, conhecida, segundo o folclorista Mário Souto Maior, como “girar o carrossel”.

Fruta generosa, são muitas as receitas de doces e compotas inventadas para preservar pelos menos parte de sua gorda safra. Em todas as variedades de jaca, por trás da casca cheia de protuberâncias e fácil de se romper, o que se aproveita é a polpa branco-amarelada e viscosa que contorna e protege as mais de 500 sementes que cada fruto chega a abrigar.

Da família das moráceas, a que pertencem também a amora e a fruta-pão, a jaca tem como marcantes características a doçura e o forte aroma que exala quando madura. Há quem diga tratar-se de um dos alimentos naturais mais doces do planeta e há, obviamente, aqueles que consideram a jaca enjoativa demais exatamente por essa mesma peculiaridade. Outros reinvidicam que não vale a pena comê-la por ser pesada para o estômago, assim como sua parente, a fruta-pão.

De fato, a jaca é extremamente rica em açúcares, gorduras e proteínas, podendo ser consumida como substitutivo nutricional para a carne. Em Caruaru, Pernambuco, são famosas as receitas salgadas que levam a assim chamada “carne de jaca” moída. Bem temperada e preparada na forma de bifinhos, ela torna-se uma alternativa excelente e barata para a proteína animal, carne bovina, tanto pelo sabor quanto por suas qualidades nutritivas.

O peso médio de uma jaca, considerada o maior fruto existente que dá em árvores, é de cerca de 15 kg. Porém, especialistas como Ivo Manica afirmam que ela pode chegar a 42 kg. Dessa forma, por mais fortes que fossem os ramos de uma árvore com tamanhos frutos, eles não seriam ainda suficientes para sustentá-los. Porém – sabedoria da natureza! -, na jaqueira os frutos ficam ligados diretamente ao tronco da árvore por um grosso pedúnculo. Isso diminui consideravelmente o perigo de se permanecer sob uma jaqueira carregada de frutos, permitindo que se aproveite boa parte da sombra de sua frondosa copa.

Forma que nasce pronta

A consistência da polpa determina de que variedade é o fruto: jaca mole ou jaca dura. Há também a jaca-manteiga, um tipo de jaca-mole, de bagos um pouco mais consistentes e significativamente mais doces. Em todos os casos, a aparência externa da fruta, no entanto, é a mesma que adquire desde muito pequenina, quando ainda está em formação.

Medicina popular, indicações para a jaca

Anemia

Comida ao natural ou em forma de suco: bater no liquidificador 100 gramas de polpa em um copo de água e adicione uma colher (sopa) de melado de cana. Ingerir imediatamente, de 2 a 3 vezes durante o dia. Inutilizar as sobras. Outra boa opção é cozer o caroço da jaca (pode ser no vapor), triturá-lo e ingerir uma colher (sopa) por dia. Neste caso é indicada principalmente nos casos de anemia ferropriva.

Dermatoses (problemas da pele)

Bater no liquidificador 100 gramas de polpa de jaca em um copo de água. Ingerir este suco 2 a 3 vezes durante o doa.

O suco também age melhorando o tônus da pele.

Suco contra problemas respiratórios, tosse e garganta irritada

Suco no combate aos problemas das vias respiratórias, tosse e gargante irritada: bater no liquidificador 100 gramas da polpa da jaca, um copo de água e adicionar folhas de hortelã miúda (5 a 8 folhas). Se quiser pode coar e ingerir em seguida. Inutilizar as sobras. Pode ingerir de 1 a 2 copos por dia, quando for necessário ou simplesmente como preventivo a esses problemas. Porém, mesmo que você não tenha nenhum desses problemas, faça esse suco e tome. Ele é maravilhoso.

Suco energético

Bater no liquidificador 100 gramas de polpa de jaca, um copo de água e uma colher (café) de guaraná em . Ingerir pela manhã e inutilizar as sobras. Pode adoçar com mel.

Xarope de jaca: expectorante e para combater a tosse

Colocar a polpa da jaca na travessa perfurada do aparelho de cozimento a vapor e encaixar dentro da travessa lisa. Cozinhar por cerca de 30 minutos. Depois de retirar do fogo, coletar o extrato da jaca que está na travessa lisa. Deixar esfriar e adicionar 2 colheres (sopa) de mel para 500 ml do extrato da jaca.

Adultos: Ingerir de 2 a 3 colheres (sopa) por dia.

Crianças: Ingerir uma colher (chá) de 2 a 3 vezes por dia.

Fontes: Livros Frutas Brasil Frutas e As 50 frutas e seus Benefícios Medicinais

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Fruta – Jabuticaba

Nome da fruta: Jabuticaba

Nome científico: Myrciaria cauliflora (Mart) O. Berg

Família botânica: Myrtaceae

Categoria: Semiácida

Origem: Brasil – Mata Atlântica

Características da planta: Árvore geralmente com até 8 metros de altura, ramos com casca que se descama em placas. Folhas vermelhas, quando jovens, verdes posteriormente. Flores alvas que surgem diretamente no caule.

Fruto: Tipo baga, arredondado, de coloração roxo escura. Polpa esbranquiçada, adocicada, envolvendo de uma a quatro sementes.

Frutificação: A partir do final do inverno, durante a primavera e até o verão.

Propagação: Semente e enxertia

A jabuticaba possui as vitaminas B1 - 60 mg, B2 - 160 mg, B5 - 6 mg e C - 13 mg. Sais minerais: fósforo - 60 mg, potássio - 15 mg, cálcio - 10 mg, sódio - 8 mg, ferro - 2 mg, além de carboidratos - 11 gramas e proteínas - 0,60 gramas. Cada 100 gramas possui 45 calorias.
Só devemos lavá-las no momento de consumi-las, pois azedam facilmente. Toda fruta de cor arroxeada tem antocianinas, um antioxidante cuja função é ajudar a varrer as moléculas instáveis de radicais livres, o que contribui para diminuir a incidência de tumores e problemas cardíacos. Retarda o envelhecimento entre os consumidores dessa substância, como também auxilia a estabilizar o açúcar no sangue dos diabéticos. A maior concentração das antocianinas está na casca; para termos um aproveitamento melhor e total dela, devemos ingerir o fruto sempre em forma de suco, batendo no liquidificador com a casca. Ingerir o suco imediatamente, pois depois de três minutos seus nutrientes vão se dissipando, porque luz e oxigênio reagem com as moléculas protetoras. Além de o suco perder nutrientes, a cor e o sabor ficam alterados. A jabuticaba tem as propriedades modificadas tão logo são arrancadas da árvore, isso porque ela possui bastante açúcar, daí a fermentação ocorrer no dia da sua colheita. O melhor é chupá-las no , ou então guardá-las em plásticos e na geladeira.
Se consumida com a casca e com o caroço, ajuda a regular o intestino, pois é uma excelente fonte de fibras.
Na polpa da jabuticaba (parte branca) estão os minerais e as vitaminas; na casca encontram-se as antocianinas e grandes teores de pectina (fibras), que combatem o colesterol. Portanto, a jabuticaba é uma fruta de grande valor; ao mesmo tempo protege o coração e combate o colesterol. Em forma de suco aconselha-se ingerir 2 a 3 copos por dia, ou chupá-las. Outra opção é consumi-las em forma de geleia. As antocianinas perdem-se quando recebem calorias acima de 100 graus.

Quem nunca provou um “beijo de jabuticaba“, roubado do pé carregadinho, que se apresse, pois a safra, mesmo abundante, dura pouco. Homens de todas as idades, animais, pássaros e insetos de todo tipo disputam seus frutos com voracidade.

Árvore de grande longevidade, a magnífica jabuticabeira demora para dar os primeiros frutos, mas quando começa não pára mais e, quanto mais velha, melhor e mais produtiva.

Protagonizando verdadeiros espetáculos de beleza e fartura, na floração a árvore cobre-se de pequenas flores brancas e muito perfumadas. Depois, na frutificação, o exagero de frutos costuma espantar os desavisados.

Com as primeiras chuvas, as jabuticabeiras ficam carregadas de tentadoras bolinhas pretas: são milhares e milhares de flores e de frutas que nascem e crescem grudadinhas em toda a superfície dos galhos e, até mesmo, do tronco até o rés-do-chão.

Nessa ocasiões, as jabuticabeiras estão sempre repletas de frutos em todas as fases de maturação, colorindo toda a árvore de tonalidades que variam entre o verde e o roxo quase negro.

Quando madura, a casca resistente e escura rompe-se facilmente com uma leve mordida, deixando escapar a polpa esbranquiçada e sumarenta. Na maioria das vezes, de sabor agradavelmente doce, a polpa da jabuticaba envolve no máximo quatro pequenas sementes em cada fruto.

Inconfundível é o sonoro estalo característico da casca grossa se rompendo entre os dentes, seguido do gesto de lançar o bagaço e o caroço para fora.

Todas as jabuticabeiras são árvores nativas do Brasil e podem ser encontradas espontâneas na maior parte do país. São, no entanto, mais frequentes em Minas Gerais, no Espírito Santo, no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Paraná. Tempos atrás, provavelmente, as jabuticabeiras vegetavam nas áreas que margeavam os rios e córregos da região Sudeste, formando extensas capoeiras e matas repletas e árvores, tendo se expandido tanto naturalmente como através do cultivo.

Desde sempre, quando o homem aprendeu a cultivá-la e a saborear seus frutos, a jabuticabeira é árvore obrigatória em qualquer pomar ou quintal. Nas fazendas do sul de Minas Gerais e de São Paulo foi bastante frequente – e seria bom que continuasse a sê-lo – o costume de se manterem extensos pomares formados, exclusivamente, por jabuticabeiras: verdadeiros jabuticabais quem sem nenhuma pretensão comercial, nas safras proviam fartamente de seus deliciosos frutos as afortunadas famílias e a comunidade de seus agregados. Estes, muitas vezes, não davam conta de aproveitar toda a produção e, pelo interior de Minas Gerais e São Paulo, era comum o hábito de se alugar um “pé de jabuticaba“: o “inquilino” tinha o direto de passar ali o dia inteiro chupando as frutas, até o quanto pudesse aguentar!

Além do consumo ao natural, todas as variedades de jabuticabas se prestam à produção de doces e geléias: o suco de qualquer uma delas obtido por maceração, levado ao fogo com pouco açúcar, com ou sem as cascas, resulta em uma esplêndida geléia que pode ser servida como sobremesa ou doce e, até mesmo, como acompanhamento para pratos salgados como aves e carnes bovinas. A partir da fermentação dos frutos com casca, costuma-se também produzir um licor caseiro bastante apreciado no interior do país. Em Goiás, aproveita-se ainda a casca da jabuticaba semi-amadurecida, um pouco esverdeada, para a produção de um delicado doce em calda.

Apesar de todas as sua qualidades, do sabor tão apreciado e da abundância de frutos que oferece a cada floração, a jabuticabeira continua sendo, até hoje, uma fruteira quase exclusiva de pomares caseiros ou de pequenas plantações.

Além disso, com a crescente urbanização e a redução das áreas destinadas a pomares e árvores frutíferas nos quintais das residências, as jabuticabeiras são cada vez mais raras e a degustação de seus frutos vai se tornando experiência para poucos privilegiados.

Ou seja, ainda não se encontram muitos pomares verdadeiramente comerciais de jabuticabas. Em alguns supermercados sofisticados nos grandes centros do Sudeste, no entanto, começam a aparecer à venda caixas contendo jabuticabas especiais a altos preços.

Os dois principais fatores que restringem a expansão de sua cultura comercial são, em primeiro lugar, os custos e as dificuldades de uma colheita num pomar com muitas árvores; e, em segundo, a precariedade da conservação dos frutos, uma vez que eles devem ser colhidos no momento do consumo, pois sua fermentação inicia-se praticamente no mesmo dia da colheita.

No entanto, quem viveu plenamente a infância, como o poeta Carlos Drummond de Andrade, e já enlouqueceu ao descobrir uma jabuticabeira repleta de frutos, sabe que “jabuticaba se chupa no pé“.

Saudosos da infância, dizem que a jabuticaba comprada na feira e servida na mesa ficou burguesa, lembrando que no da fruta tem outro sabor: o sabor da aventura de entrar escondido num quintal qualquer para se deliciar com as jabuticabas no ponto.

Elenco de jabuticabeiras

Existem diversas qualidades de jabuticabeiras e de jabuticabas, uma verdadeira coleção que alcança cerca de 15 variedades diferentes. Entre elas, cerca de metade é bem produtiva; a outra metade, nem tanto. Algumas jabuticabeiras apresentam frutos desenhados por finas estrias de cor carmim; outras produzem jabuticabas de tom oliváceo e listras escuras. A maioria apresenta frutos redondos, escuros e brilhantes como bolinhas de gude e de seu tamanho. Às vezes, são um pouco maiores: dependendo da variedade, algumas jabuticabas aproximam-se da forma e do diâmetro de uma grande ameixa. A variedade Sábara, entre todas a mais cultivada e famosa, tem também o fruto mais apreciado e mais doce. A Paulista, árvore de grande porte se comparada as outras, tem tudo grande: os frutos roxos e a produção. A Rajada oferece frutos grandes de cor esverdeada e muito doces. A Ponhema é a melhor para a produção de geléias e doces.

Medicina popular, indicações para a jabuticaba

Inflamação da garganta

É resolvida com chá das folhas de jabuticaba, fazendo gargarejos de 2 a 3 vezes ao dia.

1 colher (sopa) das folhas para 2 xícaras de água, deixar ferver por 3 minutos. Em seguida deixar amornar e fazer os gargarejos.

Fontes: Livros As 50 Frutas e seus Benefícios Medicinais e Frutas Brasil Frutas

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