O que é melhor, laranjas ou cápsulas de vitamina C?

O que faz das frutas alimentos tão saudáveis não é apenas um composto ou outro, mas a combinação de vários deles. Por isso, nutricionistas da Universidade Brigham Young, nos EUA, alertam que é melhor para a saúde chupar laranjas regularmente do que tomar cápsulas de vitamina C.

“Há algo em uma laranja que é melhor do que tomar cápsulas de vitamina C, e isso é o que realmente estamos tentando descobrir”, escreveu o pesquisador Tory Parker, em artigo recentemente publicado no Journal of Food Science. Na publicação, ele destaca que, apesar de a vitamina C ser indicada, muitas vezes, como a principal responsável pelos benefícios da fruta, a combinação de diversos compostos, principalmente a hesperidina e a naringenina, contribui para a saúde.

“Os carboidratos e as gorduras aumentam os radicais livres, e as frutas e antioxidantes internos neutralizam isso – o que significa que as frutas deveriam ser sua sobremesa”, escreveu o pesquisador. “Acreditamos que é a particular mistura de antioxidantes na laranja que faz com que ela seja tão boa pra você”, concluiu o especialista.

Fonte: boaSAÚDE blog

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A história da Amora-preta

Nome da fruta – Amora-preta

Nome científico: Rubus ulmifolius Schott

Família botânica: Rosaceae

Categoria:

Origem: Europa

Características da planta: Árvore perene que pode atingir 10 metro de altura, porém geralmente chega a 4 ou 5 metros. Ramos com casca esbranquiçada a avermelhada, com numerosos espinhos. Folhas recortadas. Flores róseas e frutos.

Fruto: Tipo drupa, reunidos em infrutescências verdes quando jovens e vermelhas ou negras quando maduras. Polpa suculenta de sabor adocicado.

Frutificação: Primavera e verão

Propagação: Estacas

A amora-preta, assim como outras frutas da espécie Rubus, como a framboesa, são plantas resistentes, de fácil cultivo e que produzem frutos de excelente sabor. Muitas vezes, pela semelhança do nome, a amora-preta – uma rosácea arbustiva – é confundida com a amora que nasce em árvores – uma Morácea – que nem sequer são plantas da mesma família botânica.

Os frutos da amoreira-preta, quando maduros, apresentam uma bela cor arroxeada e um sabor doce acidulado, sem muito açúcar.

Trata-se, porém, de uma fruta altamente perecível, de vida muito curta após a colheita, necessitando de condições especiais de armazenamento e refrigeração. Sem esses cuidados, as pequenas e suculentas amoras-pretas correm o risco de murchar e perder água, consistência e qualidade, tornando-se pouco atraentes para o consumo. Uma boa alternativa, no entanto, é o congelamento das frutas inteiras.

O cultivo comercial da amora-preta teve início ainda no século 17, na Europa. De lá, consta que ela foi transplantada para os Estados Unidos, onde se adaptou muito bem, uma vez que se trata de planta típica dos climas temperados, sendo ali cultivada desde a metade do século 19.

No Brasil, embora existam inúmeras espécies do mesmo gênero nas matas nativas, as primeiras amoras-pretas para cultivo foram introduzidas na década de 1970, através da Embrapa de Pelotas (RS), a partir de cultivares selecionados em Arkansas, nos EUA.

No Rio Grande do Sul, embora essa fruteira arbustiva tenha conseguido rapidamente se aclimatar, os pesquisadores da Embrapa passaram a desenvolver programas de melhoramento genético da planta, com o objetivo de adaptá-la ao clima e às exigências do mercado consumidor brasileiro.

Hoje em dia, mais de 30 anos depois da introdução das primeiras mudas, existem diferentes cultivares em produção desenvolvidos no Brasil e no exterior. Algumas dessas variedades nacionais foram batizadas com nomes de tribos indígenas, como a Tupi (a mais plantada no Brasil), a Guarani e a Caingangue. Os cultivares norte-americanos mais conhecidos são a Brazos, Negrita, Ébano, Comanche e Cherokee, essas duas últimas também tribos indígenas que habitavam a América do Norte.

A amora-preta encontra-se espalhada e produzindo em pomares comerciais, especialmente em pequenas propriedades de estrutura familiar, em estados das regiões Sul e Sudeste (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Sul de Minas Gerais), sendo o Rio Grande do Sul responsável pela maior parte da produção brasileira.

As frutas podem ser usadas para consumo ‘in natura’ ou industrializados na forma de sucos naturais e concentrados, fruta em calda, polpa para sorvetes, corantes naturais e produtos geleificados, como geléias e doces cremosos. Além dessa versatilidade, a tecnologia de industrialização é simples e acessível.

Outra característica peculiar da amora-preta são suas propriedades nutraceuticas. A amora-preta ‘in natura’ é altamente nutritiva. Contém 85% de água, 10% de carboidratos, com elevado conteúdo de minerais, vitaminas B e A e cálcio.

Além destas características, praticamente não necessita de insumos químicos, sendo ótima opção para o cultivo orgânico, com propriedades nutricionais e medicinais dos frutos.

Informações mais recentes de pesquisas, têm demonstrado um maior potencial na utilização da amora preta como um corante artificial. Uma das grandes descobertas é que o uso da amora preta vem se expandindo para fins medicinais, como uma planta anti-cancerígena, pela ação do ácido elágico e também no combate a osteoporose, devido a sua concentração elevada de cálcio (46mg/100g fruto).

Outra utilização crescente é como tônico muscular nas práticas desportivas, pois alto teor de potássio é encontrado no fruto (245mg/100g fruto). O fruto da amoreira é depurativo do sangue, anti-séptico, vermífugo, digestivo, calmante, diurético, laxativo, refrescante, adstringente, etc.

Poderosas propriedades anti-oxidantes por sua combinação de vitaminas C com E. A amora-preta contém pectina em abundância, uma fibra solúvel que ajuda a reduzir os níveis de colesterol no sangue. E muito recomendável aos que tem o organismo saturado de ácidos, como os que sofrem de reumatismo, gota, artrite, etc.

O suco de amora-preta, quente, adoçado com mel, tem bons resultados em casos de afecções da garganta, amidalite, rouquidão, inflamação das cordas vocais, das gengivas, aftas, etc. As flores frescas são diuréticas e muito úteis no tratamento das vias urinarias.

A amora-preta se encontra entre os alimentos que ajudam a diminuir o colesterol. De acordo a um estudo publicado pela revista Jornal of Neuroscience, as propriedades nutritivas das amoras-pretas conservam o equilíbrio, a memória e a coordenação motora das pessoas de idade avançada.

Fonte: Livro Frutas Brasil Frutas, Frutas.radar

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Framboesa preta previne o câncer do intestino

As framboesas pretas podem ajudar a prevenir o câncer do intestino, revelou pesquisa publicada no jornal Cancer Prevention and Research. Estudos já haviam indicado que a fruta, nativa dos Estados Unidos, tem propriedade antioxidante e anticâncer.

Segundo o jornal inglês Daily Mail, os cientistas da Universidade de Illinois, em Chicago, Estados Unidos, descobriram que uma versão da fruta liofilizada poderia reduzir o número de tumores em uma linhagem de ratos propensos à doença em 60%. A incidência de tumores do intestino foi cortado em 45%.

No estudo, a fruta inibiu o desenvolvimento do tumor através da supressão de uma proteína chamada beta-catenina. A incidência do tumor e os números foram reduzidos em 50% em outra linhagem de rato vulneráveis à colite, uma inflamação do intestino grosso que pode contribuir para o câncer do intestino.

“A framboesa preta é um produto natural, muito poderoso, e de fácil acesso”, disse o líder do estudo Wancai Yang. As linhagens de camundongos foram alimentadas com uma dieta ocidental, rica em gordura, ou com a mesma dieta adicionada com 10% de fruta liofilizada por 12 semanas. Os cientistas notaram grandes efeitos de proteção no intestino dos ratos que receberam o suplemento.

Fonte: Terra

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