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Os benefícios do chá da folha de amora

Folhas de amora

As amoras, além de serem deliciosas, trazem muitos benefícios para a saúde. Mas não apenas a amora traz benefícios. O chá das folhas da amoreira também é um ótimo remédio natural para algumas doenças, além de ajudar a prevenir outras. Leia a seguir os benefícios que o consumo do chá das folhas da amoreira podem trazer para quem quiser experimentar mais esse presente da natureza.

O que o chá das folhas da amoreira tem?

O chá das folhas da amoreira possui mais cálcio que o leite, além de ferro, potássio, magnésio, proteína, zinco, fibras, levedura e antioxidantes ( a vitamina C e a vitamina E). O sabor do chá é agradável e fácil de tomar.

Quais são os benefícios que o consumo do chá nos traz?

  • O poder antioxidante do chá das folhas da amoreira combate os radicais livres e todas as doenças relacionadas com a oxidação das células do corpo.
  • Ajuda a melhorar as funções cerebrais, ajudando inclusive em casos de depressão, desânimo e fadiga.
  • Contribui para a beleza da pele e do cabelo, combatendo também a calvície.
  • Auxilia na prevenção e controle de doenças cardiovasculares e diabetes.
  • Previne a osteoporose.
  • Melhora o funcionamento dos rins e do fígado.
  • O chá das folhas da amoreira também inibe o acumulo de gordura, incluindo a gordura visceral, que oferece maiores riscos para a nossa saúde.
  • Melhora a circulação sanguínea e o sono, além de controlar a pressão arterial.
  • Atenção mulheres! O chá das folhas da amoreira também equilibra os hormônios e atenua os sintomas da TPM e da menopausa.
  • O chá também baixa o colesterol, combate as dores de cabeça e favorece o bom funcionamento do aparelho digestivo, o que ótimo para quem sofre de prisão de ventre, além de fortalecer a flora intestinal.
  • O chá também é bom para quem tem dores musculares frequentes.
  • Além disso tudo, estudos indicam que o chá das folhas de amoreira tem propriedades bactericidas, fungicidas, anti-inflamatórias e anticancerígenas.

Folhas trituradas de amoreira

Tá, mas e agora, como se faz o chá?

Claro que eu não ia esquecer de deixar uma receita aqui para vocês depois de escrever todos os benefícios do chá. Vamos lá!

Ingredientes:

  • 1 litro de água fervente
  • 4 folhas de amoreira secas ou 1 colher de sopa das folhas trituradas

Modo de preparo:

  • Junte as 4 folhas da amoreira ou a colher de sopa das folhas trituradas a água fervente, cubra e deixe repousar por alguns minutos. Quando estiver morno é só coar e já pode tomar. É importante tomar esse litro antes de um dia para que o chá não perca suas propriedades medicinais.

É claro que a quantidade a ser feita do chá não precisa ser de um litro, você pode fazer a quantidade que quiser, é só diminuir a quantidade dos ingredientes.

Faça bom proveito!

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Fonte: Site Larnatural

Fruta – Graviola

Nome da fruta: Graviola

Nome científico: Anona muricata L.

Família botânica: Annonaceae

Categoria: Semiácida

Origem: América tropical

Características da planta: Árvore geralmente com até 12 metros de altura, caule reto e copa reduzida. Folhas largas. Flores grandes de coloração amarelo-clara.

Fruto: Tipo baga, oval, de coloração verde, apresenta falsos espinhos carnosos, curtos e moles. Polpa branca, doce, mas ligeiramente ácida, envolvendo muitas sementes escuras.

Frutificação: Verão e durante o ano todo nas áreas irrigadas do Nordeste brasileiro

Propagação: Semente, enxertia ou estaca

A graviola pode ser considerada a maior, a mais tropical, a mais perfumada e a mais importante entre todas as frutas da grande e complicada família das Anonáceas. Da mesma forma que ocorre com a maioria das frutas dessa família, pela semelhança que os diferentes gêneros, espécies e variedades guardam entre si e em virtude de sua grande dispersão por toda a faixa tropical, a graviola tem várias denominações populares.


Carregando nomes como anona de espinho, jaca-do-pará, araticum-manso, araticum-grande, jaca-de-pobre, condessa e coração-de-rainha, no Brasil a graviola produz bem em quase todo o território, sobretudo na Amazônia, no Nordeste e no Cerrado.

Paulo Cavalcante afirma que, ao que tudo indica, a gravioleira parece existir em estado silvestre na região amazônica. Os herbários do Museu Emílio Goeldi, de Belém do Pará, guardam diversos exemplares nativos, de classificação muito próxima à da graviola, coletados por pesquisadores em diferentes pontos da região. No entanto, segundo o mesmo autor e outros mais, supõe-se que a graviola seja fruta nascida nas terras ilhadas do mar do Caribe, tendo sido encontrada em estado selvagem nas ilhas de Cuba, São Domingos, Jamaica e em outras menores. Dali é que a fruta teria seguido para a Amazônia.

Reza a lenda que, quando chegaram à América Centrasl, os espanhóis encontraram grandes plantações de graviola. Nessa região, a fruta era – e ainda é – conhecida como “guanábana“, palavra da língua taína, a mesma da qual se originou a palavra “anón“, usada para designar a fruta-do-conde.


Segundo a escritora Clara Inés Olaya, foi nas Antilhas, no início do século 16, que o cronista Fernández de Oviedo encontrou a fruta pela primeira vez e registrou sua existência. Na sua descrição, as graviolas seriam como melões no tamanho, só que verdes. Para ele, a graviola era considerada fruta fria, própria para ser consumida no calor, além de ser de fácil digestão. Nas suas palavras, “ainda que um homem coma uma graviola inteira, não lhe fará mal.” O mesmo cronista confere à polpa da fruta, ou melhor, “àquilo que se come” dela, a aparência de natas ou de um manjar-branco, que logo se desfaz na boca, deixando bom sabor.

Hoje, cinco séculos depois do primeiro encontro da graviola com os europeus, a fruta encontra-se disseminada por várias regiões tropicais do globo, tendo se tornado subespontânea em muitas delas.

Na América do Sul, o maior produtor de graviola é a Venezuela, seguindo-se de Porto Rico e da Costa Rica. No Brasil, a produção da fruta concentra-se nas regiões Norte e Nordeste do país, sendo o Ceará seu principal produtos e exportador para outros estados, encontrando-se seu cultivo em franca expansão no Espírito Santo.


A gravioleira não é árvore de frutificação abundante, o que é compensado pelo bom tamanho de cada um de seus frutos: contam-se casos de árvores que chegaram a produzir frutos de quase 10 kg. No entanto, apesar das exceções e exageros, uma graviola pesa, em média, 1 a 4 kg. De qualquer forma, a fruta deve ser colhida antes de amadurecer totalmente, pois, em virtude de seu peso, logo cai, esmagando-se e perdendo-se para a comercialização. Porém, não pode também ser colhida muito verde, pois seu sabor altera-se quando amadurece fora do pé.

Uma vez madura ou quando sua casca se rompe, a graviola é fruta que se decompõe com bastante rapidez. Por esse motivo, é mais comum que ela seja comercializada na forma de polpa congelada.

Em geral, sua polpa branca e suculenta contém muitas sementes negras e brilhantes. De aroma perfumado e agradável ao paladar, a carne da graviola apresenta sabor doce ligeiramente ácido, podendo ser consumida em pedaços puros, polvilhados com açúcar ou calda. A polpa da graviola é bastante fibrosa, parecendo algodão, sendo excelente fonte de vitamina B, além de conter uma boa quantidade de proteína, gordura, carboidrato, vitamina C, potássio e fósforo.

A polpa congelada da graviola, atualmente, já pode ser encontrada nos mercados europeus, norte-americanos e nas grandes cidades brasileiras. Muito indicada para o preparo de sucos, refrescos, sorvetes e compotas, por vezes misturada com sucos de outras frutas, a graviola é ingrediente para uma infinidade de musses, gelatinas e pudins, além de “chutneysagridoces que acompanham muito bem carnes e peixes. Nos últimos anos, a fruta também vem sendo aproveitada industrialmente na produção de picolés e na aromatização de iogurtes.


No Brasil, a graviola é bastante apreciada e seu cultivo é comum em pomares domésticos de cidades e sítios das regiões Norte e, especialmente, Nordeste. Nessas regiões, a graviola também costuma ser consumida verde como legume, podendo ser cozida, assada ou frita em fatias.

O Nordeste do Brasil é, seguramente, um dos lugares do mundo onde mais se comercializa e se consome a graviola: verdadeiro exagero, na época da frutificação a graviola está em todas as feiras, em todas as bancas, em todas as mesas, em todas as bocas, para o prazer e para o deleite de todos.

A principal vitamina desta fruta é a C. Uma boa maneira de consumi-la é em forma de suco, podendo ser adoçado com mel, rapadura, açúcar mascavo ou orgânico, além de adoçantes.

Seu suco tem ação diurética e combate diarreias.
Os frutos maduros ou em forma de suco (não adoçar) são eficazes na falta de vitamina C. A graviola combate a febre (inclusive interna) e o acúmulo de líquido no tecido celular ou em uma cavidade do corpo (hidropsia).
O chá das folhas é utilizado para baixar as taxas de glicose sanguínea dos diabéticos e tem uma substância chamada acetogenina, que é utilizada no tratamento quimioterápico.
Como preparar o chá: ferver uma colher de sopa rasa de folhas picadas em uma xícara de chá de água, por 2 minutos, coar e amornar. Não adoçar. ingerir uma xícara 2 vezes ao dia.

Fontes: Livros Frutas Brasil Frutas e As 50 Frutas e Seus Benefícios Medicinais

Fruta – Amora

Nome da fruta: Amora
Nome científico: Morus nigra
Família: Moraceae
Categoria: Ácida
O bicho-da-seda é quem mais gosta de suas folhas, inclusive faz delas o seu principal alimento. Os frutos da amora são doces e muito saborosos e agradam aos bichos como também às pessoas. Possuidora de tantas qualidades, esta árvore ainda não goza de um cartaz merecedor como uma planta terpêutica. Mas vejamos algumas de suas virtudes.
A amora é dividida em três tipos:
Branca – frutos meio vermelhos. É utilizada na criação do bicho-da-seda.
Preta – flores amarelas e frutos negros, quando maduros. Esse tipo de amora é rico em quercetina, substância presente na polpa da fruta, que combate a ação de radicais livres. Seu consumo regular em forma de suco ou ao natural afasta males como o enfarte, o derrame e o câncer. As folhas e os frutos possem estrogênio.
A fruta contém as vitaminas A, B1, B2, B5, e C. Além dos minerais potássio, fósforo, cálcio, sódio, ferro. Proteínas: suas folhas são ricas em pectina, tanino, ácido lático, resinas e elementos de pigmentação. Os frutos são ricos em quercetina, igualmente um antioxidante muito poderoso.
Os três tipos da fruta, inclusive suas folhas, frutas, raiz e casca são calmantes, diuréticos e hipotensores (regulam a pressão alta). Chá de folhas: bom para diabetes e para o calor/fogacho (sob a forma de infusão, de 2 a 3 xícaras ao dia).
O fruto ou o suco: para reumatismo, gota, artrite e fibromialgia.
Seus frutos ou suco agem contra anemia, falta de apetite e úlceras no estômago. Não devemos adoçar o suco com açúcar, pois essa mistura causa fermentações indigestas.
Fonte: Livro As 50 Frutas e Seus Benefícios Medicinais