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Conheça os benefícios no consumo de abacate

Apesar de sua fama de fruta gordurosa, o abacate ajuda a emagrecer e traz diversos outros benefícios para sua saúde. A seguir, uma lista do que essa fruta deliciosa pode fazer por você se consumida regularmente, mas sem exageros!

Conheça os benefícios no consumo de abacate

  • O abacate possui gordura monoinsaturada, que auxilia na diminuição do colesterol e triglicérides, auxiliando na prevenção e no tratamento de doenças cardiovasculares.
  • O abacate é fonte de vitamina C e vitamina A, poderosos antioxidantes que atuam como protetores das células. Possui também ferro, potássio, magnésio e cálcio.
  • O abacate auxilia na desintoxicação do fígado. Pesquisas demonstraram que o abacate é poderoso para proteger o organismo contra toxinas prejudiciais ao fígado. Essas toxinas são semelhantes as encontradas em hepatites virais.
  • O abacate fornece energia aumentando a disposição no dia-a-dia.
  • O abacate age contra a prisão de ventre e outras pertubações digestivas.
  • O abacate é rico em ferro, prevenindo anemias.
  • O abacate é rico em ômega 6, ômega 9 e ômega 7. Essas três substâncias equilibram o organismo ajudando a perder gordura.
  • O abacate melhora a visão.
  • O abacate também é ideal para o controle da TPM e ajuda a ter um bom sono.
  • O abacate possui ação anti-inflamatória. O beta-sitosterol, presente no abacate, bloqueia a inflamação, fazendo com que as células do organismo façam melhor suas funções, o que também ajuda na dieta e na diminuição de rugas precoces e celulite.
  • O abacate deixa a pele mais bonita. Graças as substâncias antioxidantes como as vitaminas A, C e E, presentes no abacate, o seu consumo deixa a pele mais bonita.
  • O abacate inibe o apetite. A gordura presente no abacate aumenta a sensação de saciedade e adia a fome. Basta apenas uma pequena porção ou fatia na hora da refeição para obter resultados. Além disso, o consumo de abacate nas refeições aumenta a absorção de licopeno, antioxidante presente no tomate, principalmente.
  • O abacate evita a fadiga mental. Graças a grande quantidade de fósforo presente no abacate, ele é ótimo para evitar a fadiga mental. O fósforo também ajuda na formação de dentes e ossos.

 

Os benefícios do kiwi para a saúde

Os benefícios do kiwi para a saúde

Vantagens do consumo de kiwi

  • Excelente fonte de vitamina C
  • Boa fonte de potássio e fibras
  • Pode ser usado como amaciante de carnes

Por fora, o kiwi se parece com um ovo marrom felpudo. Por dentro, sua polpa verde reluzente é salpicada por um anel de pequenas sementes pretas. Tem um sabor diferente, um pouco azedo, com leves toques de frutas silvestres.

Originária da China, o kiwi era conhecido como a groselha chinesa até que fruticultores da Nova Zelândia o rebatizaram com o nome de sua ave nacional e começaram a exportá-lo. Até pouco tempo, o kiwi era considerado uma fruta exótica, mas atualmente é cultivado no Brasil e é cada vez mais comum. O kiwi deve ser colhido verde e pode ficar armazenado de seis a dez meses, o que o torna uma fruta que pode ser encontrada durante o ano todo. O kiwi maduro é comido cru, e até mesmo a casca pode ser ingerida, desde que se removam os pêlos.

Um kiwi de tamanho grande fornece 80 mg de vitamina C e tem altos teores de fitoquímicos. Uma fruta grande, de 115 g, contém mais de 100 mg. Também fornece boa quantidade de potássio e de pectina, uma fibra solúvel que ajuda a controlar os níveis de colesterol no sangue. Os kiwis contém luteína e zeaxantina, antioxidantes associados à saúde dos olhos. Uma porção de 115 g tem apenas 70 calorias.

O kiwi contém actinidina, uma enzima que é um amaciante natural de carne. A fruta também pode ser usada na vinha-d’alhos para amaciar carnes mais duras. Esfregar um pedaço de carne com kiwi cortado e deixar repousar por 30 a 60 minutos antes de cozinhar irá amaciar a carne, sem que o sabor do kiwi penetre nela. Esta enzima também não deixa a gelatina endurecer e talha o leite e o creme de leite. Esses efeitos podem ser evitados escaldando-se a fruta antes. entretanto, não cozinhe demais a fruta, pois ela amolece rapidamente.

Valor nutricional do kiwi

Quantidade 1 kiwi
Água (%) 83
Calorias 45
Proteína (g) 1
Gordura (g) Traços
Ácido Graxo Saturado (g) Traços
Ácido Graxo Monoinsaturado (g) 0,1
Ácido Graxo Poliinsaturado (g) 0,1
Colesterol (mg) 0
Carboidrato (g) 11
Cálcio (mg) 20
Fósforo (mg) 30
Ferro (mg) 0,3
Potássio (mg) 252
Sódio (mg) 4
Vitamina A (UI) 130
Vitamina A (Retinol Equivalente) 13
Tiamina (mg) 0,02
Riboflavina (mg) 0,04
Niacina (mg) 0,4
Ácido Ascórbico (mg) 74

A história da Amora-preta

Nome da fruta – Amora-preta

Nome científico: Rubus ulmifolius Schott

Família botânica: Rosaceae

Categoria:

Origem: Europa

Características da planta: Árvore perene que pode atingir 10 metro de altura, porém geralmente chega a 4 ou 5 metros. Ramos com casca esbranquiçada a avermelhada, com numerosos espinhos. Folhas recortadas. Flores róseas e frutos.

Fruto: Tipo drupa, reunidos em infrutescências verdes quando jovens e vermelhas ou negras quando maduras. Polpa suculenta de sabor adocicado.

Frutificação: Primavera e verão

Propagação: Estacas

A amora-preta, assim como outras frutas da espécie Rubus, como a framboesa, são plantas resistentes, de fácil cultivo e que produzem frutos de excelente sabor. Muitas vezes, pela semelhança do nome, a amora-preta – uma rosácea arbustiva – é confundida com a amora que nasce em árvores – uma Morácea – que nem sequer são plantas da mesma família botânica.

Os frutos da amoreira-preta, quando maduros, apresentam uma bela cor arroxeada e um sabor doce acidulado, sem muito açúcar.

Trata-se, porém, de uma fruta altamente perecível, de vida muito curta após a colheita, necessitando de condições especiais de armazenamento e refrigeração. Sem esses cuidados, as pequenas e suculentas amoras-pretas correm o risco de murchar e perder água, consistência e qualidade, tornando-se pouco atraentes para o consumo. Uma boa alternativa, no entanto, é o congelamento das frutas inteiras.

O cultivo comercial da amora-preta teve início ainda no século 17, na Europa. De lá, consta que ela foi transplantada para os Estados Unidos, onde se adaptou muito bem, uma vez que se trata de planta típica dos climas temperados, sendo ali cultivada desde a metade do século 19.

No Brasil, embora existam inúmeras espécies do mesmo gênero nas matas nativas, as primeiras amoras-pretas para cultivo foram introduzidas na década de 1970, através da Embrapa de Pelotas (RS), a partir de cultivares selecionados em Arkansas, nos EUA.

No Rio Grande do Sul, embora essa fruteira arbustiva tenha conseguido rapidamente se aclimatar, os pesquisadores da Embrapa passaram a desenvolver programas de melhoramento genético da planta, com o objetivo de adaptá-la ao clima e às exigências do mercado consumidor brasileiro.

Hoje em dia, mais de 30 anos depois da introdução das primeiras mudas, existem diferentes cultivares em produção desenvolvidos no Brasil e no exterior. Algumas dessas variedades nacionais foram batizadas com nomes de tribos indígenas, como a Tupi (a mais plantada no Brasil), a Guarani e a Caingangue. Os cultivares norte-americanos mais conhecidos são a Brazos, Negrita, Ébano, Comanche e Cherokee, essas duas últimas também tribos indígenas que habitavam a América do Norte.

A amora-preta encontra-se espalhada e produzindo em pomares comerciais, especialmente em pequenas propriedades de estrutura familiar, em estados das regiões Sul e Sudeste (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Sul de Minas Gerais), sendo o Rio Grande do Sul responsável pela maior parte da produção brasileira.

As frutas podem ser usadas para consumo ‘in natura’ ou industrializados na forma de sucos naturais e concentrados, fruta em calda, polpa para sorvetes, corantes naturais e produtos geleificados, como geléias e doces cremosos. Além dessa versatilidade, a tecnologia de industrialização é simples e acessível.

Outra característica peculiar da amora-preta são suas propriedades nutraceuticas. A amora-preta ‘in natura’ é altamente nutritiva. Contém 85% de água, 10% de carboidratos, com elevado conteúdo de minerais, vitaminas B e A e cálcio.

Além destas características, praticamente não necessita de insumos químicos, sendo ótima opção para o cultivo orgânico, com propriedades nutricionais e medicinais dos frutos.

Informações mais recentes de pesquisas, têm demonstrado um maior potencial na utilização da amora preta como um corante artificial. Uma das grandes descobertas é que o uso da amora preta vem se expandindo para fins medicinais, como uma planta anti-cancerígena, pela ação do ácido elágico e também no combate a osteoporose, devido a sua concentração elevada de cálcio (46mg/100g fruto).

Outra utilização crescente é como tônico muscular nas práticas desportivas, pois alto teor de potássio é encontrado no fruto (245mg/100g fruto). O fruto da amoreira é depurativo do sangue, anti-séptico, vermífugo, digestivo, calmante, diurético, laxativo, refrescante, adstringente, etc.

Poderosas propriedades anti-oxidantes por sua combinação de vitaminas C com E. A amora-preta contém pectina em abundância, uma fibra solúvel que ajuda a reduzir os níveis de colesterol no sangue. E muito recomendável aos que tem o organismo saturado de ácidos, como os que sofrem de reumatismo, gota, artrite, etc.

O suco de amora-preta, quente, adoçado com mel, tem bons resultados em casos de afecções da garganta, amidalite, rouquidão, inflamação das cordas vocais, das gengivas, aftas, etc. As flores frescas são diuréticas e muito úteis no tratamento das vias urinarias.

A amora-preta se encontra entre os alimentos que ajudam a diminuir o colesterol. De acordo a um estudo publicado pela revista Jornal of Neuroscience, as propriedades nutritivas das amoras-pretas conservam o equilíbrio, a memória e a coordenação motora das pessoas de idade avançada.

Fonte: Livro Frutas Brasil Frutas, Frutas.radar